SEM CENSUR@
ROBERTO NABORFAN – naborfazan@Gmail.comGreve contra o povo
O povão que levanta cedo, bem cedo, muito cedo, não consegue entender porque as paralisações provocadas por diversas categorias, geralmente comandadas por pelegos ou profissionais da greve, sempre prejudica o trabalhador, enquanto políticos e malandros afins só ficam sabendo das “reivindicações” pela imprensa.
Geralmente a primeira providencia dos grevistas é provocar a paralisação de ônibus, trens, metrô e todo meio de transporte que possa levar o assalariado ao seu ganha pão. Os bacanas passam ao largo, em seus carrões com vidro escuro, lendo o jornal do dia, depois de um café farturento. O Zé povinho, que saiu de casa e tomou um café com língua, fica estressado,ligando para os patrões, tentando não perder o dia, gastando seus créditos no celular que seriam usados falar com a família, e as vezes, por causa dos grevistas, tem que voltar para casa e comer o rango da marmita que seria levada para o canteiro de obras, matutando como será sem o dinheiro desse dia no fim do mês. Qual a lógica em trabalhador oprimir trabalhador, para pressionar patrões?


È sempre bom rever amigos de várias décadas, como meu eterno presidente, João Januário, Luis Carlos Gato, Dercy, Sinval e tantos outros. Rever Felipe, hoje um homem formado, que fez, com meu filho mais velho, Átila, o time de mascotes no período de fundação do Renascença. Eugênio e Marilene, amigos fraternos, moram hoje no Distrito federal, e reencontros como esses refrigeram nossas almas.

Pude levar, pessoalmente, meu abraço fraterno a Lina Dutra, que aparece na foto ladeada por Paulo Afonso e Paulinha. Participei, em data posterior, da bela festa para o grande amigo Ricardo Pacheco, onde pude trocar um dedo de prosa com o casal Cristiane e Ziro, irmã e cunhado, respectivamente, do aniversariante. Cristiane e Ziro fazem um excelente trabalho de modernização á frente do poder executivo de Taquaral, um dos maiores polos de confecção da moda íntima do Brasil. Grato ao Alaor e a Maria Alice pela carinhosa acolhida em sua casa. Fui tambémbebemorar o aniversário do amigo/irmão Noemir Brito, onde, além de degustar o saboroso porco a pururuca, pude rever Aroldo, grande companheiro, e trocar boas ideias com o advogado Leon Deniz.
Luz e paz à todos!!!