VIOLÊNCIA DOMÉSTICA – Adolescente é suspeita de matar padrasto para defender mãe de agressão.

Vítima teria tentado agredir a companheira com uma motosserra antes de ser atingida por uma arma branca. Caso aconteceu em Novo Jardim, no sudeste do estado do Tocantins.

Por Brenda Santos*

Uma adolescente de 15 anos é suspeita de matar o padrasto, de 38 anos, a facadas para defender a mãe de uma agressão. O caso aconteceu em Novo Jardim, na região sudeste do Tocantins.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o caso é investigado como ato infracional análogo a homicídio consumado. Por envolver menor de idade, o procedimento tramita sob sigilo, conforme prevê a legislação, e os nomes do padrasto e da adolescente não foram divulgados.

Segundo o boletim de ocorrência, uma vizinha contou que estava no quintal, na noite de quarta-feira (18), quando ouviu a adolescente gritar por socorro, afirmando que o padrasto “queria matar” a mãe.

De acordo com o documento, a vizinha relatou ter escutado barulhos vindos da casa e depois um novo grito dizendo “morreu, morreu”. A vizinha correu até a residência e encontrou a jovem e a mãe do lado de fora.

O caso aconteceu em Novo Jardim, na região sudeste do Tocantins. FOTO: Reprodução

Conforme o testemunho da vizinha, as brigas entre o casal eram frequentes. Após a morte, a mãe contou que o companheiro havia tentado agredi-la com uma motosserra e quebrado seu celular. A adolescente, então, pegou uma faca e atingiu o padrasto, que caiu na rua, em frente à casa da família.

Moradores tentaram socorrer o homem e levá-lo até um médico da cidade. No atendimento, o profissional constatou que ele estava sem vida e o corpo foi levado de volta à casa. A Polícia Militar (PM) disse que encontrou o corpo da vítima dentro de um veículo no quintal.

Segundo a PM, no momento da chegada dos militares, mãe e filha não estavam na casa e ainda não foram localizadas.

O corpo foi levado pelo Núcleo de Medicina Legal de Natividade e passa pelos exames de necropsia nesta quinta-feira (19).

O caso foi registrado na 14ª Central de Atendimento de Dianópolis. As investigações são de responsabilidade da 10ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis (DEAMV – Dianópolis).

FONTE: g1 Tocantins

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